VISIONS
CÓDIGO DE BARRAS A 40 RUHRSCHNELLWEG
WILHELMSBURG MITTE HAMBURGO-WILHELMSBURG
MUSEU DE ARTE DE STUTTGART
 

spaces

ÓPERA EICHBAUM ESSEN / MÜLHEIM
MONTANHA DE ENERGIA HAMBURGO
BUNKER CULTURAL FRANKFURT AM MAIN

 

heroes
PIONEIROS URBANOS BERLIM

COMUNIDADES DE CONSTRUÇÃO BERLIM
O OUTRO CAMINHO DE HAMBURGO

 

joker

Standard Lamp

 

CÓDIGO DE BARRAS A 40 – A BELEZA DA GRANDE ESTRADA
Ruhrschnellweg (Bochum-Wattenscheid), 2007 - 2010

 

A auto-estrada A 40 é a veia central da região do Vale do Ruhr: mais de 120.000 veículos passam por ali diariamente, milhares de pessoas moram e trabalham diretamente à margem da estrada. Uma estrada de longa distância, que passa por uma região de urbanização tão densa, faz também sempre parte da cidade. Com o objetivo de melhor integrar a auto-estrada ao espaço urbano, moradores da vizinhança e usuários tiveram a possibilidade, através deste projeto, de criar eles mesmos um pedaço do novo muro de proteção acústico que será construído em virtude da ampliação da estrada para 6 pistas no trajeto de Bochum-Wattenscheid.

Com »Código de Barras A 40« (Barcode A 40) as pessoas podem fazer com que o muro de proteção acústica faça parte de suas experiências diárias e de sua cultura cotidiana. O projeto mostra a importância da construção de estradas para a criação do ambiente construído. Faz com que as pessoas participem de planejamentos e conceitos de construção civil, que desta forma se apropriam eles próprios de seu espaço cotidiano e configuram algo que até o momento não era permitido. Trata-se »apenas« de cor, mas no entanto, este é um passo significativo.

Dos 1.290 modelos de cores entregues para pedaços de 8 metros de muro de proteção acústica, foram unidos 160 projetos para um padrão consistente de 3 km. As contribuições contam histórias próprias: descrevem a estrada ora como local, ora como símbolo, ou também como humor relativo à região do Ruhr, incluindo seus clubes de futebol.

O projeto artístico »Código de Barras A 40« será interligado com um masterplan que foi negociado com todas as comunidades vizinhas à A 40 e no futuro regulamentará uniformemente a manutenção ou ampliações da autoestrada. Um manual de configuração fornece impulsos e idéias, por exemplo, na concepção de cores de outros muros de proteção acústica.


Concepção e Realização:
orange edge, Gelsenkirchen
www.orangeedge.de

Conceito de Criação Corporate Design e Website:
act&react Werbeagentur GmbH, Dortmund
www.act-and-react.com

Cliente:
Straßen.NRW Secretaria Estadual de Construção de Rodovias Nordrhein-Westfalen, Gelsenkirchen
www.barcode-a40.de

 
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WILHELMSBURG MITTE – De Centro de periferia da cidade para um novo centro-
HAMBURGO-WILHELMSBURG, 2009 - 2013


 
 

O meio geográfico desta ilha do rio Elba é cortado por grandes vias de tráfego que desmembram o bairro completamente e evitam que seja criado um centro atraente neste lugar. A Exposição Internacional de Urbanismo (IBA) de Hamburgo quer inovar neste local e fazer com que, por meio de diversos projetos, o centro de Wilhelmburg se torne um espaço urbano integrado da cidade.

A chave para a reconquista da qualidade de vida urbana é a junção de duas infra-estruturas de trânsito através da transposição de uma rodovia de quatro pistas (B4 / B75) para junto da ferrovia. Além disso o parque da Exposição Internacional de Jardinagem de Hamburgo 2013 dará ao centro de Wilhelmsburg um centro verde atraente. Um »Parque Popular de um novo gênero« com várias ofertas desportivas e de lazer para pessoas de todas as culturas e de diversas origens também está previsto. O novo complexo de quadras cobertas desportivas da Exposição de Jardinagem tornar-se-á, juntamente com o novo prédio da Secretaria de Desenvolvimento de Hamburgo com seus 1.400 funcionários, um portão de entrada representativo para este importante local.

Planos para a construção de moradias também estão sendo desenvolvidos: com projetos de construção civil da »Esposição de Construção dentro da Exposição de Construção«. Aqui devem surgir tipologias (case studies) de vanguarda para a construção de moradias no século XXI, que atendam aos desafios do nosso tempo com relação à sustentabilidade construtiva e da vida em conjunto. Aproximadamente 160 unidades-modelo de moradia serão construídas até a Exposição Internacional de Urbanismo de Hamburgo no ano de 2013, abrangendo quatro campos temáticos diversos: Hybrid Houses, Smart Material Houses, Smart Price Houses e Water Houses.



Arquitetos:
Masterplan:
Jo Coenen & Co Architekten, Luxembourg, com Agence Ter,
Karlsruhe / Paris
www.jocoenen.com

www.agenceter.com

Exposição Internacional de Jardinagem Hamburgo 2013:
RMP Stephan Lenzen Landschaftsarchitekten, Bonn
www.rmp-landschaftsarchitekten.de

Praça Berta-Kröger-Platz:
APB.Architekten BDA Wilkens / Grossmann-Hensel / Schneider, Hamburg (Hamburgo)
www.apb-architekten.de

Estação de metrô Wilhelmsburg:
Gössler Kinz Kreienbaum Architekten BDA, Hamburg (Hamburgo) / Berlin (Berlim) com Ingenieurbüro Wetzel & von Seth, Hamburg (Hamburgo)
www.gk-arch.de
www.wetzelvonseth.com

Novos terraços de Hamburgo:
Beyer-Schubert Architekten, Berlin (Berlim)
www.beyer-schubert.de

Pátios Georg-Wilhelm-Höfe (Estudo urbanístico):
Büro Düsterhöft Architektur und Stadtplanung, Hamburg (Hamburgo)
www.duesterhoeft.de

Construtora/Empreendedor:
Exposição Internacional de Construção IBA Hamburg GmbH, exposição internacional de jardinagem hamburgo 2013 gmbh, Secretaria para o Desenvolvimento Urbano e Meio-Ambiente, Hamburgo

 
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MUSEU DE ARTE DE STUTTGART – A ARTE CONSTRÓI PONTES
Stuttgart, 2004


 
 

Com a construção do Museu de Arte de Stuttgart aproveitou-se a oportunidade para uma valorização urbanística da parte mais importante do centro da cidade, que até então consistia numa cobertura de um cruzamento de tráfego dos anos 60.

Com uma estratégia clássica de desenho urbano, as novas e claras arestas abarcam e delimitam Praça e espaços viários. Os arquitetos intencionalmente não quiseram criar nada pós-moderno brilhante ou chamativo que colocasse a função do edifício num segundo plano. Criaram uma obra calma, elegante, um solitário que arquitetonicamente absorve os traços do passado e constrói uma relação harmônica com seu entorno.

A área de exposição para a coleção do museu adquire um caráter inconfundível por sua localização espacial. Encontra seu lugar na base da »Nova Pequena Praça do Palácio«, numa área onde dois túneis superpostos, que serviam ao tráfego para os automóveis e bondes, foram desativados. A intenção foi uma combinação das superfícies: de um lado as salas calmas e introvertidas para a arte, do outro lado as áreas vivas e comunicativas.

O volume de vidro, bem visível acima do solo, encerra em si um cubo de pedra tosco, de aspecto quase arcaico. Ele oferece por dentro o silêncio e a concentração para contemplação da a arte, e na parte superior um restaurante do museu completamente circundado por vidro, com vistas espetaculares sobre a cidade.

Com a construção do Museu de Arte, um edifício público não só ocupa o espaço, mas cria espaços – por dentro e por fora. O museu e seus arredores não são mais uma instituição isolada, mas dão a sua contribuição para a vida pública.

Arquitetos:
HASCHER JEHLE Architektur, Berlin (Berlim)
www.hascherjehle.de

Cliente:
Stuttgart, capital estadual de Baden-Württemberg, representada pelo Prefeito-Mor Dr. Wolfgang Schuster, Stuttgart
www.kunstmuseum-stuttgart.com

 
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  ÓPERA EICHBAUM – UMA ESTAÇÃO DE METRÔ VIRA PALCO DE ÓPERA
Essen e MÜlheim, 2006 - 2009


 
 

A linha urbana U18 entre as cidades de Essen e Mülheim marcou há trinta anos o ingresso da região do Ruhr para a modernidade e mobilidade. Hoje a estação Eichbaum é um local problemático. Imprensada numa confusão inóspita de rodovias, transformou-se em um »espaço do medo« pelo vandalismo e pelos assaltos. Modificações construtivas e apelos foram ineficazes. Com a »Ópera Eichbaum«, um projeto incomum agora começa a viabilizar uma transformação positiva do local.

Em 2006 foi criado o »Projeto U(topia)18« com o objetivo de encontrar novas perspectivas e utopias para a região do Ruhr em algum lugar entre as cidades de Essen, Mülheim e Duisburg. O resultado foi um panorama da história da linha de metrô U18. O método escolhido, uma mistura de análises e debates, foi ponto de partida para a continuação do projeto »Ópera Eichbaum«, a transformação da estação de metrô Eichbaum em uma casa de ópera.

A integração de arquitetura, teatro, música e cidade foi o ponto de partida. Deste conceito resultaram duas estratégias: artistas foram convidados a desenvolver composições e libretos neste local e para este local. E no intercâmbio com os moradores vizinhos e artistas, a questão era transformar a estação tanto em termos de espaço, como também socialmente. O resultado conjunto é a encenação da Ópera Eichbaum. Na fase de desenvolvimento do projeto foi construída na estação de metrô uma cabana de montagem de ópera. Esta oferecia espaço para a permanência dos artesãos e artistas, eventos e workshops, bem como a possibilidade da ocupação pelas pessoas e suas experiências em »Eichbaum«. Já antes da estréia da ópera foi possível iniciar uma transformação contínua que vem tornando o local mais humano.


Arquitetos:
raumlaborberlin, Berlin (Berlim)
www.raumlabor-berlin.de

Realização:
Comunidade de Produção Eichbaumoper / raumlaborberlin, em cooperação com o Teatro de Música na área de Gelsenkirchen, o Espaço Ringlokschuppen Mülheim e a Companhia Teatral de Essen
www.eichbaumoper.de

 
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MONTANHA DE ENERGIA – DA MONTANHA DE LIXO PARA O TOPO DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS
Hamburgo-Wilhelmsburg, 2009 - 2011


 
 

Uma montanha de lixo será transformada em uma montanha de energia futuramente: daqui serão abastecidos no futuro 2.000 domicílios com energia elétrica proveniente da energia eólica, solar, gases de decomposição coletaveis, biomassa e geotermia. Ao mesmo tempo o local, até agora inacessível, será transformado em um lugar público com um centro informativo e de onde se poderá observar a paisagem.

A história problemática começa depois da Segunda Guerra Mundial quando no lixão de Georgswerder são deixados escombros e lixo domiciliar; mais tarde juntaram-se a isso resíduos industriais como tintas e vernizes. Em 1979, a operação foi encerrada oficialmente. Alguns anos mais tarde, descobriu-se que, ao pé do monte artificial de 40 metros de altura, dioxina altamente tóxica estava vazando e contaminando a água do lençol freático. Como reação, o depósito e o subsolo foram definitivamente vedados, a altíssimo custo.

Com a Exposição Internacional de Urbanismo (IBA) de Hamburgo, a montanha de lixo agora será transformada em uma montanha de energia e assim será um símbolo para a aplicação da energia renovável. Para isto será construída uma nova estação de energia eólica, gerando pelo menos 3 megawatts e placas fotvoltaicas cobrindo cerca de 5.000 m2. Além disso, em maio de 2009, em uma concorrência arquitetônica de paisagismo e urbanismo, foi premiado o projeto da equipe de planejamento Häfner / Jimenez e Konermann Siegmund, que tem como idéia fundamental um calçadão artificial que circunda o cume do monte, oferecendo uma vista desimpedida em todas as direções e principalmente uma vista grandiosa para o centro de Hamburgo.

Um centro turístico informará sobre a história do lugar e sobre o que energias renováveis são capazes de desempenhar hoje. O conjunto de medidas promete que um lugar urbano proibido (»No-Go-Area«), depois de décadas de abandono e isolamento, seja reconquistado para os cidadãos.

Arquitetura paisagística:
Häfner Jimenez Büro für Landschaftsarchitektur, Berlin (Berlim)
www.haefner-jimenez.de

Arquitetos:
Konermann Siegmund Architekten, Hamburg (Hamburgo) / Lübeck
www.konermannsiegmund.de

Cliente:
Secretaria para o Desenvolvimento Urbano e Meio-Ambiente, Hamburg (Hamburgo)

 
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  BUNKER CULTURAL – CONSTRUIR EM NOVOS LOCAIS NA CIDADE
Frankfurt am Main, 2004

 
 

A revitalização do Porto Leste (Osthafen), inaugurado em 1912, é um dos grandes desafios de urbanismo para Frankfurt. A região ao redor do Mercado Central encontra-se em meio a uma transformação estrutural e aguarda a construção do novo Banco Central Europeu. Na terra de ninguém atrás desta obra, um bunker da Segunda Guerra Mundial recebeu um novo fim cultural, tormando-se um canteiro de obras nas alturas.

Preços elevados de terrenos e oferta insuficiente de áreas no núcleo da cidade de Frankfurt nos anos 90 levaram a um estudo de viabilidade para a transformação de antigas edificações de bunker da Segunda Guerra Mundial e o desenvolvimento de projetos de jardim de infância criativos a baixo custo. Alguns anos mais tarde, um telhado danificado foi a razão para o questionamento do futuro de um bunker na região do porto. Uma demolição completa estava fora de cogitação em virtude dos altos custos. Surgiu a idéia de utilizar o bunker com uma finalidade cultural, como iniciador e motor propulsor de uma transformação abrangente do espaço.

O edifício do bunker é a base massiça para uma nova edificação por cima: um cubo de madeira com cobertura de grade metálica, maior que a construção original. Seus dois andares abrigam ateliês de artistas e o Instituto de Novas Mídias. Coonfigurada como um um corredor externo, a área comum é transposta para a fachada da qual o heterogêneo arredor pode ser experienciado diretamente. No núcleo de concreto do antigo bunker há salas de ensaio e estúdios para músicos.

O bunker cultural representa um projeto-piloto em Frankfurt, com a primeira estrutura realizada em cima de um bunker, e demonstra simultaneamente que novas possibilidades podem ser descobertas com o desenvolvimento de locais incomuns e até agora desconsiderados na cidade.


Arquitetos:
INDEX Architekten BDA, Frankfurt am Main, em cooperação com o Órgão de Construção Civil de Frankfurt am Main
www.index-architekten.de

Instalação de Luz:
Artemide GmbH Deutschland (Alemanha); Fröndenberg / Frankfurt am Main
www.artemide.de

Cliente:
Cidade de Frankfurt am Main, Secretaria para Ciência e Cultura

 
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PIONEIROS URBANOS – DESENVOLVIMENTO URBANO ATRAVÉS DO USO TEMPORÁRIO
Berlim, 2004 - 2007


 
 

Berlim apresenta enormes recursos de superfície territorial devido à sua história de excessão e de sua mudança econômica estrutural. Estes constituem um potencial de longo prazo para o desenvolvimento urbano. Simultaneamente são também locais baldios, sem uso, onde os instrumentos clássicos de planejamento urbano não surtem efeito. »Pioneiros do espaço« evidencia, com usos intermediários e temporários, novas perspectivas de desenvolvimento e contribui para a revitalização de espaços urbanos.

Quase 100 usos temporários foram catalogados em Berlim com um estudo feito em 2004/2006. 40 exemplos de projetos foram documentados em 2007 na publicação »Urban Pioneers«. A lista de projetos transmite uma nova sensação vital metropolitana: parques de skate em áreas industriais deixadas abertas, criação de pôneis na faixa do antigo Muro, mercados de brechó em armazéns vazios, marcas de moda e selos de música em lojas vazias ou percursos de alpinismo em vãos de obras. As atividades temporárias enriquecem a imagem urbana como em nenhuma outra metrópole européia.

Novos campos de possibilidades podem ser abertos para o desenvolvimento de cidade, se a partir dos usos intermediários surgirem conceitos sustentáveis com um horizonte de desenvolvimento a longo prazo. Por isso, usos intermediários desempenham cada vez mais um papel estratégico no desenvolvimento urbano. Alguns bairros de Berlim estão organizando centrais de coordenação para a utilização temporária em virtude dos positivos resultados do estudo.

Pioneiros do espaço redescobrem locais, vitalizam recursos existentes e usam as chances oferecidas para apropriação e modelagem com engajamento pessoal. Mostram o quanto o leque de possibilidades pode ser grande quando a coragem e a fantasia se encontram na cidade.


Planejamento de projeto:

studio uc. klaus overmeyer, Berlin (Berlim)
www.studio-uc.de

Gráfica e Editora:
Unverzagt. Visuelle Kommunikation, Leipzig Jovis, Verlag, Berlin (Berlim)
www.jovis.de

Cliente:
Secretaria de Desenvolvimento Urbano de Berlim

 
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  COMUNIDADES DE CONSTRUÇÃO – PIONEIROS DO
BEM COMUM
Berlim, 2007 - 2008


 
 

In Berlin-Mitte, a neighbourhood right beside the former Wall that until 1989 divided the city into East and West, traces of this enormous urban intrusion are still in evidence. On corner plots that face each other three residential blocks have now been built in two joint building ventures.

In Berlin and other German cities a new model of housing construction, the joint building venture, has taken shape in recent years. People who are interested in building and in urban neighbourly living join forces in ventures of this kind. As well as growing together during the planning and implementation phases there are further benefits, such as individually designed ground plans and, above all, the opportunity to save on the cost of using the services of a developer.

The two matching buildings and the adjoining freestanding solitaire comprise 12 and 11 modern flats respectively, with shared areas indoors and outdoors that invite residents to live together in a friendly environment. The central location delivers all the benefits of excellent urban connections. A special feature of both projects was the decision to entrust the design for both the shell and the exterior of the buildings to the Berlin architects zanderroth.

The mirror-image housing project not only occupies the north-facing corners of a Berlin block but also creates a new public urban space by virtue of the particular arrangement of the buildings. It casts light and is also a landmark for residents and neighbours alike. In addition, the site is an exemplary instance of partners in a joint building venture sharing responsibility for their immediate surroundings and the city as a whole.


Arquitetos:
zanderroth architekten, Berlin (Berlim)
www.zanderroth.de

herrburg landschaftsarchitekten, Berlin (Berlim)
www.herrburg.de

Cliente:
Sc11 – Bauherrengemeinschaft Schönholzer Straße 11 GbR, Berlim
RuSc – Bauherrengemeinschaft Ruppiner/Schönholzer Straße GbR, Berlim

 
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  O OUTRO CAMINHO DE HAMBURGO – VISIONÁRIOS ENTRE BURGUESIA E REBELIÃO

 
 

Sem Alexander Gérard e Jana Marko, a espetacular Sala de Concertos de Hamburgo à beira do rio Elba (Elbphilharmonie), atualmente em construção, não existiria. Sem Klausmartin Kretschmer, uma série de pequenas jóias da história arquitetônica de Hamburgo já teria desaparecido há muito tempo.

Com apenas dois desenhos de computação gráfica, os arquitetos suíços Jacques Herzog e Pierre de Meuron convenceram o Senado de Hamburgo em 2003 a desenvolver o planejamento para uma sala de concertos no novo bairro em construção, o HafenCity (Cidade do Porto). Assim, Hamburgo receberá um novo ícone. Isto foi possível graças ao arquiteto e planejador urbano Alexander Gérard e à historiadora da arte Jana Marko. Eles romperam a resistência inicial na cidade e fizeram com que mais de 60 milhões de euros de fossem doados pela população. A sala de concertos encontra-se agora em construção e será inaugurada em 2012. Gérard e Marko já estão cuidando de outros projetos: novas formas de moradia para portadores de deficiência mental e seus familiares.

Klausmartin Kretschmer, que se apresenta profissionalmente como »investidor de cultura«, salva imóveis decadentes – jóias culturais-arquitetônicas esquecidas. Disso faz parte a »Rote Flora«, um ex-centro alternativo ilegalmente ocupado, que ele comprou do Poder Público, devolveu às mãos do movimento autônomo e assim o tirou do alcance do mercado imoboliário. Também foi salva a Cantina do Porto Alto, um dos últimos locais simples para trabalhadores no porto e uma raridade da Arquitetura Expressionista feita de alvenaria de tijolos vermelhos. Dali Kretschmer elabora novos projetos e dá impulsos para um bairro
critativo: ateliês e espaços de exposição para artistas, estúdios, escritórios e oficinas para artistas.

Estes exemplos mostram que desenvolvimento urbano não consiste só de projetos grandiosos, mas também de casos beirando os limites do possível, e que muitas vezes só são possíveis pela ação de indivíduos visionários.


Iniciadores do Projeto Elbphilharmonie:
Alexander Gérard, arquiteto e urbanista, Hamburgo
Jana Marko, historiadora da arte, Hamburgo

Iniciador dos Projetos Cantina Oberhafenkantine e Rote Flora:
Klausmartin Kretschmer, investidor cultural, Hamburgo

 
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STANDARD LAMP – TATZU NISHI
Poste de luz sucateado, 2009


 
 
© Tatzu Nishi
 

»Para mim, arte atinge seu direito de existência pelo fato de acrescentar às coisas do dia-a-dia um outro ou novo aspecto. O meu trabalho suscita reações abertas, diretas e sem considerações, pois não se sabe o que minha instalação é, se as minhas instalações são arte. Pois à primeira vista não são identificadas como obras de arte. Por meio desta reação direta, o meu trabalho ingressa sutilmente na vida e no cotidiano das pessoas.« É assim que Tatzu Nishi descreve a reação do público aos seus trabalhos. Tatzu Nishi privatiza coisas públicas. Suas obras colocadas em locais incomuns tomam o objeto do dia-a-dia como ponto de partida e possibilitam ao observador uma percepção modificada da Arquitetura. Assim como a fantasia infantil transforma objetos de uso diário em imagens oníricas ou como as relações de tamanho em »As viagens de Gulliver« são relativizadas, Tatzu aproxima os objetos para perto dos olhos.

 
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